Sobre

Turismo


Fique por dentro dos pontos turísticos do nosso município.

"O mundo se encanta, A cultura se mistura E a arte cresce, então Como é belo o meu sertão!”

 

Enquanto a vida se reinventa, você pode viajar pelo nosso guia turístico digital e conhecer diversas belezas da região de Turmalina-MG no aconchego do seu lar!

Clique aqui  para ter acesso ao Guia de Turmalina em PDF na íntegra. 

 Guia Turístico Digital Produzido por Viagem Kombinada, Circuito Lago de Irapé e Prefeitura de Turmalina.

 

CORPORAÇÃO MUSICAL EUTERPE HOMERO MACIEL

A Corporação Musical Euterpe Homero Maciel, segunda banda de música mais antiga de Minas Gerais, existe desde 1840. Segundo consta em arquivos, foi fundada por alguns padres que moravam em um sítio na região. Foi criada com o nome de Euterpe Santa Cecília, e em 1912, em homenagem ao imperador Dom Pedro II recebeu o nome de Corporação Musical Dom Pedro II. Em 1963, em homenagem ao maestro, componente da banda e músico Homero Maciel, recebeu a atual denominação.
Nossa Corporação Musical foi vencedora do primeiro Concurso Estadual de Bandas de Minas Gerais. É uma banda de referência regional, com participação em vários encontros de bandas e apresentações em diversas cidades do estado. Participa de tocatas em festas religiosas da cidade e região. Em 2015, a Corporação foi destaque no Encontro de Bandas, realizado em Belo Horizonte/Minas Gerais. Vale destacar que a banda já participou de 02 (duas) vesperatas em Belmonte/Bahia, sendo sempre a mais ovacionada nos concursos que participa. Foi declarada de utilidade pública pela Lei 778/92 e é presença marcante desde o primeiro Festur, em 1983.
Grandes maestros regeram esta banda, entre eles podemos destacar: o maestro Júlio Clarineta, João Soares Maciel, José Mendes, professor Zezinho, Senhor Canutinho e atualmente está sob a regência do Maestro Valdir Alves.
Dois fatores explicam a longevidade da Corporação: ela foi fundada pela elite econômica e religiosa da época, através de João Pinheiro Torres e do pároco Brás Vieira da Silva. E em 1840, Nossa Senhora da Piedade (antiga Turmalina), tornou-se Distrito, sob essa condição, fez-se necessário que houvesse um conjunto de músicas e cânticos para eventuais datas cívicas e visitas de autoridades.
VIVA A CORPORAÇÃO MUSICAL EUTERPE HOMERO MACIEL!
180 ANOS DE HISTÓRIA E EN-CANTOS!

 

GRUPO DE FOLIAS DE TURMALINA NO CRUZEIRO DAS CINCO CHAGAS

O Cruzeiro das Cinco Chagas em Turmalina é palco para o Grupo de Folia de Reis do Bairro São João Batista!
Do alto do Morro do Rosário em Turmalina, há uma pequena praça onde está o Cruzeiro das Cinco Chagas. A sua localização no alto do morro proporciona uma bela vista de grande parte da cidade. À noite o Cruzeiro é iluminado, sendo possível avistá-lo de vários pontos da cidade. É um local de fé e de contemplação.
A história das Folias de Reis em Turmalina remonta décadas atrás. Foliões contam das manifestações de integrantes deste grupo há mais de 30 anos, onde realizavam as tradições em suas comunidades de origem e se uniram para manter viva a tradição. Com a mudança de alguns integrantes da zona rural para a cidade o grupo reorganizou-se em 2002 e desde então vem realizando um importante trabalho de preservação de várias danças folclóricas e manifestações de fé como Folia de Reis, Folia do Divino, do Rosário, de São João, o terço cantado, as toadas de mutirão (maromba).
Além do giro normal que acontece no tempo das folias, o grupo participa das festas culturais da cidade, anima as festas de padroeiros, realiza ações beneficentes e se preocupa, sobretudo, em manter viva a tradição deixada por seus antepassados.
Assim como a riqueza cultural expressa pelas manifestações dos grupos folclóricos, Turmalina também tem forte representatividade na produção artesanal contemplada nessas imagens através de peças de crochê e artesanato em bambu.
Turmalina – no coração da Serra do Espinhaço!!!

Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
“Expressar com arte.
Inspirar com amor.”

 

 Consciência Negra

Semana da Consciência Negra
As vozes ainda ecoam
Nos velhos porões da história
Um canto ao som do tambor
É festa, é dança, é clamor
Retrato de nossa memória
É a quebra das correntes
É a reza vencendo a dor
Viva essa gente guerreira!
Viva o povo Nagô!
(Livro "Entre a Arte e a Peleja - Gilmar Souza)


 

CABOCLINHOS

O Grupo Folclórico Caboclinhos de Turmalina existe há mais de 50 anos sob a liderança da família Viana. Foi iniciado com o Senhor Zé da Viana e hoje é conduzido por seu filho Ildeo Viana.
Os Caboclinhos são presença marcante na Festa do Divino de Turmalina. O mês de julho sem os Caboclinhos certamente não tem o mesmo sabor.
A Dança dos “Caboclinhos” é uma das maiores representações de Turmalina. A dança é apresentada por um grupo de crianças e pré-adolescentes representando os índios, esses apresentam coreografias em ritmo marcado pelo estalido de uma espécie de arco e flecha de madeira.
Em tempos longínquos se vestiam de folhas de coqueiro e se mascaravam. Chegavam de surpresa no momento do levantamento do mastro, dançavam e se comunicavam num dialeto indígena, e desapareciam evitando o reconhecimento. Com o grupo de índios dançavam, ainda, o cacicão, o papai-vovô e a mamãe-vovó. Atualmente, o grupo é um pouco diferente, pois os integrantes se vestem com saiotes vermelhos, enfeitados com penas coloridas. Entretanto, são mantidos alguns de seus traços principais.
No final de cada apresentação, quando fazem a “trança do cipó”, erguendo no alto o “caciquinho”, pequenino e vestido de penas, os caboclinhos saem às ruas pedindo patacas. Segundo a tradição pataca quer dizer dinheiro, e o dinheiro é para levar para a índia-velha comprar fumo. Os componentes são crianças, estas geralmente com faixa etária entre 7 a 12 anos, o dirigente e seu ajudante e o violeiro. Os dois últimos caboclinhos de cada fila são o Trinado e o Ziaque. Eles são chamados pelo dirigente na hora de iniciarem as evoluções.

Deus te salve Casa Santa,
onde Deus fez a morada (bis)
onde mora o Calix Bento
e a Hóstia Consagrada (bis)

O chefe dança e grita: Catatumba! Os caboclinhos, ao dançar fazem a trança de cipó. Dançam mais uma vez, cantando:

E depois d’ele pegado, (bis).
É pra dar pro caciquim, (bis).

Pegam o caciquinho, colocam-no sobre a trança de criança (arapuca) e, jogando-o para cima, cantando:

Este é o nosso caciquim, (bis)
Nós devemos adorar. (bis)
Todos eles tão dizendo (bis)
Nós devemos adorar (bis)

E assim por diante. Os caboclinhos desmancham a arapuca, sempre cantando e dançando. O dirigente chama o Trinado e o Ziaque, um passa por dentro, outro por fora, sempre dançando, enquanto os guisos fazem um barulhinho. Os guisos são amarrados à perna direita. É bom lembrar que cada caboclinho tem o seu arco e a sua flecha. Ao terminar as evoluções, eles saem às ruas gritando: “Pataca-urucum”. Se a pessoa não der dinheiro, leva uma flechada.

TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA

O Turismo de Base Comunitária é uma forma de fazer turismo na qual a comunidade local é protagonista da experiência. Os moradores recebem os viajantes em suas casas e organizam atividades para mostrar o dia-a-dia e a cultura da comunidade. Além disso, tem como pilar a sustentabilidade (sociocultural, econômica e ambiental).
É realizado principalmente em comunidades tradicionais, ou seja, grupos que têm uma cultura diferente da predominante na sociedade e se reconhecem dessa forma. Alguns exemplos são as populações caiçaras, ribeirinhas, indígenas, quilombolas e artesãs.
Em Turmalina o Turismo de Base Comunitária está presente nas comunidades de Campo Alegre, Poço d´Agua e Distrito de Campo Buriti, onde o artesanato em cerâmica é a principal atividade de quase todas as famílias e o modo de fazer é reconhecido como patrimônio cultural. Nos receptivos familiares os turistas hospedam-se e vivem a experiência de ser artesão ceramista, desde a retirada da argila no barreiro, até o oleio e a queima das peças. Têm a oportunidade ainda de experimentar o melhor da culinária mineira e todo o acolhimento e receptividade do povo do Vale do Jequitinhonha.
Aqui temos a honra de adentrar o receptivo familiar da Mestra Zezinha e do Sr. Ulisses, que junto com as filhas produzem peças delicadíssimas e lindas que são conhecidas mundo afora.
No receptivo familiar da Mestra Zezinha e do Sr. Ulisses, a Secretaria de Cultura e Turismo de Turmalina recebeu o Grupo de Rodas Resgate dos Saberes. O Grupo é formado por moradoras locais e acompanhado por violeiros, promove o resgate de diversas cantigas de roda, brincadeiras e danças folclóricas que eram comuns no dia a dia dos seus antepassados.
Turismo, artesanato, culinária e cultura popular, uma mistura que resulta em beleza, alegria e resistência.

Prefeitura de Turmalina “TRABALHANDO PARA O BEM DE TODOS.”

 

❤️ VALE DA LAPA DO VEADO


A Lapa do Veado está localizada no Distrito de Caçaratiba, em Turmalina, na Serra do Espinhaço.
É um verdadeiro santuário arqueológico, com riquíssimo acervo de pinturas rupestres, desfiladeiros rochosos, canyons e exuberante vegetação.
📌 Munícipio: Turmalina
✔️ Localização: Rural
🗺️ Região Vale do Jequitinhonha
🗺️ Rota Turmalina
✔️Categoria: Inscrições Rupestres
Fotos: Vanderlei Lopes

 

CANYON DO DEGREDO - TURMALINA/MG

Turmalina e seus Encantos!

Belíssimos paredões que formam um canyon, estão localizados na Comunidade do Degredo, no município de Turmalina.

Por entre o canyon, corre o Córrego Funil e forma uma graciosa Cachoeira em meio às rochas.
O lugar ainda pouco conhecido e visitado é uma das grandes potencialidades para o turismo de aventura e o ecoturismo em Turmalina.

Prefeitura de Turmalina, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo "TRABALHANDO PARA O BEM DE TODOS."

 

MARUJADA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

A marujada é uma dança folclórica antiga da qual, na nossa região, tradicionalmente só participam os homens. Sabe-se que o canto representa a vitória dos cristãos sobre os invasores mouros, na Península Ibérica, no final da Idade Média. É a comemoração da vitória do catolicismo sobre os mulçumanos. É a representação dos marinheiros perdidos no mar, enfrentando grandes batalhas. São homens simples, do povo, que canta músicas, ora tristes, ora alegres, dançam, brincam de marinheiros que enfrentam os perigos do mar e os inimigos de guerra. Segundo a tradição esta guerra vencida pelos cristãos resultou na devoção a Nossa Senhora, a quem foi atribuído vários milagres que levaram os cristãos a vitória. Por isso suas apresentações acontecem, na maioria das vezes, durante as festividades religiosas, principalmente, durante a Festa de Nossa Senhora do Rosário.
Segundo relatos a dança veio da Bahia para a cidade vizinha de Chapada do Norte em meados de 1870. De lá, ela foi trazida para Turmalina no ano de 1906. Atualmente o responsável pelo grupo é o Sr. José Agrair, tendo como Capitão Emérito o Sr. Antônio Gonçalves dos Reis (Antonio da Arlete).
Os componentes do grupo apresentam-se sempre vestidos de branco, tendo sobre a roupa um saiote azul celeste (representando as vestes de Nossa Senhora. Além disso, trazem na cabeça, um capacete com espelho também enfeitado de fitas coloridas (representando o folclore). Além do mestre, o contramestre e o capitão, o grupo é composto por duas filas, com quatro cantadores de cada lado, os cantos são tirados e respondidos por igual número. Possui quatro vozes distintas: Primeira, Segunda, Contralto e Riquinta, que são acompanhados por viola, pandeiro e tambor. Não há uma quantidade definida de membros, além dos quatro cantores, mais gente pode entrar na fila, desde que devidamente trajado e engajado. Tradicionalmente apresentam-se principalmente na festa do Rosário, porém apresentam-se também em outras festividades.

Galeria